Justiça mantém decisão em ação de reintegração de posse em Caraguatatuba e nega recurso de réu que invadiu lote urbano 2026

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Se você trabalha com imóveis em litígio ou já passou por uma situação de invasão de terreno, dá uma olhada nesse julgamento recente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

O que rolou?

O dono de um lote urbano entrou com uma ação de reintegração de posse, dizendo que:

  • Tinha recebido o lote por cessão de direitos e estava de posse dele desde 2017.
  • Pagava impostos e cuidava da área.
  • Em 2022, o réu apareceu e começou a construir no terreno sem autorização — ou seja, praticou esbulho (quando alguém toma posse de um imóvel à força).

O que foi discutido?

A principal questão era saber se:

  • O autor realmente exercia a posse sobre o terreno.
  • O réu cometeu esbulho ao iniciar uma construção lá.

O que o TJSP decidiu?

O tribunal analisou tudo e decidiu manter a reintegração de posse em favor do autor. Veja os motivos:

Principais pontos da decisão:

  • ✅ O autor provou que usava e mantinha o terreno, com documentos e testemunhas.
  • ✅ O réu não conseguiu mostrar que tinha posse antes ou que a posse dele era pacífica.
  • ✅ Segundo a lei, quem alega tem que provar — e nesse caso, o réu não apresentou nenhuma prova válida contra o autor.

Resultado final

  • Recurso negado (tecnicamente: recurso desprovido).
  • O autor continua com a posse do terreno.

📌 Tese firmada pelo TJSP:

  1. A posse se prova com atitudes reais, como cuidar do local, pagar taxas e manter o uso exclusivo.
  2. Quem quer derrubar a tese do outro tem que apresentar provas — se não fizer isso, perde.

Processo: Apelação Cível nº [número não informado]
Relator: [não informado na ementa original]
Órgão Julgador: [não informado na ementa original]
Data do Julgamento: [data não informada]
Foro de Origem: [CIDADE] – Vara Cível


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Como entendemos cada situação imobiliária

O ponto de partida é sempre o mesmo: documentos, contexto e realidade. Sem promessa, sem atalho, sem empurrar decisão.

ETAPA 1

Levantamento Inicial

Coleta das informações essenciais: documentos disponíveis, histórico do imóvel, tempo de posse e problemas já existentes.

Entender meu caso
ETAPA 2

Análise Técnica

Leitura documental, avaliação de riscos, custos envolvidos e possibilidades reais dentro da lei.

Nem todo caso deve avançar.

ETAPA 3

Encaminhamento Jurídico

Ações judiciais ou medidas formais só são consideradas quando o cenário é consistente e justificável.

A decisão de seguir é sempre sua.


Fabio Mendes

Corretor de imóveis CRECI-SP 316186-F, formado em Negócios Imobiliários e criador do Empreitador, com atuação focada em análise de risco imobiliário, posse de imóvel e situações fora do padrão tradicional de mercado.

Escreve no Empreitador sobre moradia, regularização, conflitos possessórios e decisões judiciais aplicadas à realidade.

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Quer contextualizar seu caso?

Se fizer sentido, descreva sua situação abaixo. A análise é feita com critério e franqueza — inclusive quando a conclusão for que não vale avançar.

As informações são usadas apenas para análise. Quando não houver caminho razoável, isso será dito com clareza.